quarta-feira, dezembro 17, 2008

QUIOSQUE DAS FARTURAS JÁ TEM NOVA LOCALIZAÇÃO
O quiosque já está na Rua Luís Falcão Sommer, no cruzamento com a Rua D. Nuno Álvares Pereira, perto do Cine-Teatro S. João. É uma localização aceitável, numa rua pedonal muito frequentada.
A proprietária do quiosque já tinha ordem de saída do largo José Duarte Coelho, desde o início do ano, mas sem nunca lhe proporem uma alternativa razoável, para assegurar o seu trabalho. Finalmente, depois de muitas insistências, a maioria PSD lá se resolveu a tratar do caso com alguma humanidade e respeito por quem trabalha.
O vereador do BE chegou, inclusivamente, a propôr na Câmara que o quiosque permanecesse ao lado do Centro Cultural, onde estava. Para além de garantir a manutenção do posto de trabalho, assegurava vida à praça. A maioria rejeitou a proposta do Bloco, sem apresentar qualquer razão válida.
PARLAMENTO EUROPEU OBRIGA A RECUO
NA LEI EUROPEIA DO TEMPO DE TRABALHO
Os deputados europeus conseguiram travar a proposta do Conselho Europeu que pretendia alargar o tempo de trabalho até às 65 horas semanais. Miguel Portas diz que esta foi "das decisões mais importantes dos últimos anos" em Estrasburgo e que garante que o plano apoiado pela Comissão Barroso não voltará à mesa das negociações antes das eleições europeias.
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quarta-feira, dezembro 10, 2008

O BLOCO INSCREVEU O ASSUNTO NA REUNIÃO DA CÂMARA, SEGUNDA-FEIRA QUE VEM

HISTORIADOR CONTESTA OBRAS
NA CAPELA DE S. JOÃO
- O EDIFÍCIO É “PATRIMÓNIO CLASSIFICADO DE INTERESSE CONCELHIO”
A maneira como estão a ser executadas as obras em curso na Capela das Vaginhas está a ser fortemente contestada pelo historiador Luís Batista, um especialista na nossa História local e, muito em particular, nesta Capela, sobre a qual já escreveu uma monografia. A Câmara Municipal irá analisar o caso.
Luís Batista dirigiu um extenso documento aos partidos com assento nos órgãos autárquicos e uma carta à comunicação social. (Ver texto completo no EOL)
Aí, o historiador, explica que a recuperação do telhado e da fachada não estarão a respeitar a traça original e que se desvirtuou “ o elemento histórico mais importante que o edifício possuía” um testemunho epigráfico do século XVIII, parcialmente amputado. Também o suporte do sino “foi agora modificado, não se sabendo onde se encontrará o suporte original, em pedra do século XVIII”, acrescenta.
Luís Batista acusa ainda o Padre António Vicente, promotor das obras, de “desrespeito pelo nosso património” e de ter mandado as antigas escadas do púlpito “para o quintal da casa vizinha”. Já o próprio púlpito antigo terá ficado “na carpintaria onde foi executado o novo púlpito”, supostamente “mais bonito que o antigo”, acusa ainda.
Luís Batista defende o embargo da obra e a reposição dos elementos desvirtuados durante os trabalhos.
A INVESFER ESTÁ DE "PANTANAS"
A apreciação consta de um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), que denuncia a possível transferência de prejuízos da Invesfer para a Refer. A Invesfer é, ela própria uma participada da Refer que teria como missão "ganhar dinheiro com os terrenos e imóveis que já não têm interesse para a exploração ferroviária".
Só que, em vez de ganhar dinheiro, a Invesfer já acumulou dívidas de 48,9 milhões de euros. Só nos últimos 3 anos, período sobre o qual incidiu a auditoria da IGF, a Invesfer perdeu 1,4 milhões de euros em 2005, 4,4 milhões em 2006 e 2,9 milhões em 2007. No final de 2007, a situação era de falência técnica, à luz do Código das Sociedades Comerciais.
Os inspectores da IGF detectaram uma deficiente avaliação do património desafectado do serviço ferroviário, uma incorrecta avaliação do risco assumido em negócios com entidades privadas e, finalmente, contratacões de pessoal sem "a transparência que seria desejável". O costume, portanto.
Um dos projectos ruinosos para o erário público, por parte da Invesfer, é o que envolve os terrenos contíguos à estação de Tomar, uma negociata que também mete a Visabeira
.
O actual presidente da Invesfer é o vice-presidente da Refer, Vicente Pereira.

A PARTIR DE UM ALERTA DO BLOCO

ESTACIONAMENTO NA RUA ELIAS GARCIA
PODERÁ VIR A SER REVISTO
Os serviços técnicos da Câmara Municipal estão a fazer um estudo da rotatividade existente no estacionamento nos primeiros troços da Rua Elias Garcia (a partir do Sº António) e nas transversais, Ruas Martim Moniz e Egas Moniz. O objectivo é verificar se se justifica criar aí uma zona de estacionamento temporário, como tem sido pedido por alguns comerciantes.
Essa preocupação foi levada à Câmara, há algumas semanas, pelo vereador do Bloco de Esquerda. Segundo comerciantes da zona, o estacionamento de veículos que aí permanecem todo o dia tem dificultado o acesso dos clientes às lojas.
Luís Boavida, vereador (PSD) com o pelouro, confirmou que, de facto, o problema se terá agudizado durante as obras do estacionamento junto à estação e junto ao Museu Ferroviário, mas que agora talvez já estivesse ultrapassado. De qualquer forma, diz ele, os serviços técnicos estarão a fazer o tal estudo “exaustivo”.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

TAXAS NÃO URBANÍSTICAS VÃO AUMENTAR 2,7%
A decisão foi tomada pela Câmara Municipal, com o voto contra do vereador do Bloco de Esquerda. Carlos Matias considerou que, este ano, não deveriam ser aumentadas taxas que agravam a já fraca competividade do pequeno comércio da cidade, tendo em conta a crise económica que está a reduzir drasticamente as vendas e a criar grandes dificuldades aos comerciantes.
O vereador do Bloco defendeu uma moratória sobre a actualização de taxas como as que incidem sobre toldos, esplanadas, placards de rua e máquinas de venda colocadas nos passeios. "A actualização de 2,7% gerará um pequeno aumento de receitas para a Cãmara, mas pesará muito sobre os comerciantes, já muito sobrecarregados", afirmou Carlos Matias.
O presidente da Câmara (PSD) defendeu o aumento generalizado das taxas. Segundo ele, poupar os comerciantes aos aumentos seria criar situações de privilégio. A maioria absoluta do PSD acabaria por impôr o aumento generalizado.
GOVERNO REDUZ NÚMERO DE ENFERMEIROS
NO CENTRO DE SAÚDE DO ENTRONCAMENTO
Apesar de deficitário quer em médicos quer em enfermeiros, o governo reduziu ainda mais o número de enfermeiros do Centro de Saúde do Entroncamento. Segundo denuncia o Sindicato dos Enfermeiros (SEP)a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) deu uma orientação que impede a renovação dos contratos a 20% dos enfermeiros contratados, no distrito de Santarém. No nosso distrito são afectados 7 Centros de Saúde, entre os quais o Centro de Saúde do Entroncamento. De facto, ontem, sexta-feira, já foi o último dia de trabalho para um jovem enfermeiro contratado que estava ao serviço do Centro de Saúde do Entroncamento. Mas também o Centro de Saúde de Torres Novas verá reduzida a sua equipa de enfermagem..
Incapazes de resolver o problema da falta de médicos porque --- dizem eles --- não haverá profissionais para contratar, que justificação darão agora para recusar contratar enfermeiros que até há no desemprego?
Porque razão há dinheiro para garantir as fortunas de banqueiros e de toda a casta de parasitas que gravita à volta das administrações bancárias e não há dinheiro para pagar a enfermeiros que assegurem bons cuidados de saúde primários à população? Eis o governo PS ao seu melhor nível!