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terça-feira, janeiro 11, 2011

A ROUBALHEIRA CONTINUA
TAXAS NA SAÚDE SOBEM BRUTALMENTE
De acordo com a tabela hoje publicada no Dário da República, a taxa pela emissão de um atestado médico passa de 90 cêntimos para vinte euros. Uma Junta Médica, que custava também 90 cêntimos, passa para 50 euros. Uma vacina contra a febre amarela, necessária para quem vai trabalhar nalguns países estrangeiros, tinha um preço simbólico mas passará a custar 100 euros. E estes são apenas alguns exemplos das alterações agora fixadas.
A justificação para a roubalheira é a de que as taxas já não seriam actualizadas desde os anos sessenta do século passado. Pelo menos, foi essa a explicação dada por Etelvina Café, da Direcção Geral de Saúde. Explicação bizarra, pois ignora as profundas transformações políticas e sociais ocorridas com o 25 de Abril de 1974. E a consequente criação do Serviço Nacional de Saúde, garante de direitos neste domínio.
Para o governo PS, o 25 de Abril não passa de um penacho para enfeitar discursos. Há que combater o saque, defender o Serviço Público de Saúde.

terça-feira, dezembro 22, 2009

FINALMENTE!
ARRANCARAM AS OBRAS DO CENTRO DE SAÚDE
Em rigor, para já, o que se vê é apenas a instalação de tapumes e de uma grua. Mas, parece que, efectivamente, desta vez é que a ampliação e modernização do Centro de Saúde irá mesmo por diante. Se os trabalhos tiverem continuidade, deverão estar concluídos no segundo semestre de 2011.
Esta obra tem um longo historial de promessas não cumpridas, de entraves e de adiamentos. A última promessa formal do Governo, por escrito, foi a de que os trabalhos teriam início até 10 de Maio último. "" falharam por mais de 7 meses...
Como recordámos num post aqui colocado em Abril último, "ao longo dos últimos anos, o Bloco de Esquerda tem denunciado os atrasos, as falsas promessas, as meias verdades e até as falsidades sobre a Ampliação e Remodelação do Centro de Saúde do Entroncamento. Emitimos vários alertas públicos, fizemos perguntas no Parlamento, apresentámos Moções nos órgãos autárquicos do concelho." Faça-se então a obra, que a cidade bem precisa!

quarta-feira, setembro 09, 2009

SEGUROS DE SAÚDE RECUSAM-SE
A COBRIR DESPESAS COM GRIPE A
A Associação Portuguesa de Seguradores afirmou esta terça-feira que seria "altamente irresponsável" os seguros de saúde cobrirem despesas relativas à gripe A dos seus segurados, argumentando que as seguradoras poderiam ir à falência se o fizessem.
Assim, quem tiver seguro de saúde e ficar doente com gripe A só terá a alternativa de recorrer ao SNS. O negócio dos Seguros de Saúde cresceu 2,8% no primeiro semestre deste ano, abrangendo mais de 2 milhões de pessoas.
Ler mais e comentar...

segunda-feira, abril 27, 2009

ALERTA

SE SUSPEITA DE TER CONTRAÍDO A GRIPE SUÍNA
MANTENHA-SE EM CASA, ISOLADO
Segundo comunicado emitido hoje pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as pessoas que regressem de viagem das zonas atingidas (México, Estados Unidos e Canadá) ou que tenham estado em contacto próximo com qualquer pessoa doente oriunda dessas áreas e que manifestem sintomas de gripe (febre alta de início súbito, tosse, dificuldade respiratória, dores musculares e dores de cabeça) devem "permanecer em casa (não ir ao serviço de urgência do Centro de Saúde ou dos Hospitais, não ir trabalhar nem ir à escola e manter-se o mais isolado possível dos outros membros da família)." Deverão ainda "ligar para Linha Saúde 24, através do número 808 24 24 24, e seguirem as instruções que lhe forem dadas."

segunda-feira, abril 20, 2009

SERÁ DESTA?

GOVERNO PROMETE ARRANQUE DAS OBRAS DO CENTRO DE SAÚDE ATÉ 10 DE MAIO
O Ministério da Saúde acaba de responder às perguntas que lhe foram remetidas pelo deputado João Semedo (BE), sobre as obras de Ampliação e Remodelação do Centro de Saúde do Entroncamento.
Em síntese, nesse documento assegura-se que, ultrapassados os vários passos do processo, os trabalhos arrancarão até ao próximo dia 10 de Maio e estarão concluídos em finais de 2010.
O Ministério da Saúde compromete-se com uma data precisa, pela primeira vez. E, também pela primeira vez, dá informações claras sobre o desenvolvimento dos trabalhos.
São alterações positivas, a justificar boas expectativas, mas que não permitem esquecer os mais de 3 anos de atraso no desenvolvimento deste empreendimento, fruto de bloqueios deliberados e de uma condução errada.
Ao longo dos últimos anos, o Bloco de Esquerda tem denunciado os atrasos, as falsas promessas, as meias verdades e até as falsidades sobre a Ampliação e Remodelação do Centro de Saúde do Entroncamento. Emitimos vários alertas públicos, fizemos perguntas no Parlamento, apresentámos Moções nos órgãos autárquicos do concelho. Voltaremos a intervir, caso a data de 10 de Maio se revele mais uma falsa promessa.

sábado, abril 11, 2009

BLOCO DEFENDE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS
POR PRINCÍPIO ACTIVO
O Bloco de Esquerda defende que os medicamentos sejam prescritos por princípio activo e que o doente possa decidir em caso de medicação equivalente. Francisco Louçã e João Semedo desafiaram ainda o Governo a ouvir a palavra do fundador do Serviço Nacional de Saúde, António Arnaut, sobre a matéria e criticaram o Governo por seguir uma política de enorme facilidade em relação à constituição de interesses económicos contra os interesses do próprio doente.
Ler mais e comentar no portal Esquerda...

quinta-feira, abril 02, 2009

NOVO DIRECTOR DO AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE SERRA D´AIRE TOMOU POSSE, EM LISBOA
O novo director do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), Pedro Marques, dirigirá um conjunto de unidades funcionais, entre os quais o Centro de Saúde do Entroncamento, e ficará sedeado em Torres Novas.
Os novos ACES dispõem de autonomia técnica e administrativa, mas não têm autonomia financeira, problema que levou o BE a chamara Ministra da Saúde à Assembleia da República.
Em declarações ao semanário O Ribatejo, Pedro Marques reconheceu ser a falta de médicos o principal problema que terá de enfrentar. "A falta de médicos de família para todos os utentes vai continuar a existir. A reforma não fabrica médicos", adiantou.
O Entroncamento é, dentro do ACES Serra d´Aire, o segundo Centro de Saúde com maior falta de médicos. Pior, só mesmo Ourém. Segundo as estatísticas oficiais, no nosso concelho, haverá 4462 utentes sem médico de família, 21,5% do total. No entanto, há quem defenda que o número real deverá aproximar-se dos 6 mil.

quarta-feira, março 11, 2009

DEPUTADO JOÃO SEMEDO (BE) PERGUNTA AO GOVERNO
PELAS OBRAS DO CENTRO DE SAÚDE DO ENTRONCAMENTO
O deputado do Bloco de Esquerda quer que a Ministra da Saúde informe "que dificuldades e “pormenores relativos ao seu financiamento” estão a impedir a consignação da empreitada relativa à Ampliação e Modernização do Centro de Saúde do Entroncamento". Recordamos ter sido esta a mais recente justificação do Ministério da Saúde para ainda não ter consignado a empreitada de Ampliação e Modernização do Centro de Saúde.
João Semedo quer ainda saber "qual a data prevista para um efectivo arranque dos trabalhos" e "perante o cronograma previsto para a empreitada, para quando se prevê a sua conclusão".
No pedido de informação, historia-se a sucessão de "promessas, justificações esfarrapadas, meias verdades, desinformação, incompetência e deixa andar."
ASSEMBLEIA MUNICIPAL QUER OBRAS A AVANÇAR
Por proposta do BE, a Assembleia Municipal (AM) do Entroncamento decidiu "repudiar o atraso continuado do início das obras de ampliação do Centro de Saúde". No texto da Moção aprovada por unanimidade, manifesta-se "indignação" pelo arrastamento do processo. A Assembleia Municipal recomendou ainda à Câmara o estabelecimento de "contactos urgentes com as entidades responsáveis, nomeadamente ARS e Ministério da Saúde, tendo em vista a concretização rápida e definitiva das obras."
"Reforma dos Centros de Saúde ameaçada" - Ver aqui notícia relacionada

terça-feira, fevereiro 24, 2009

CHEGA DE FALSAS PROMESSAS: AS OBRAS DO CENTRO DE SAÚDE TÊM MESMO DE COMEÇAR
Em Conferência de Imprensa, o Secretariado do Entroncamento do Bloco de Esquerda responsabilizou o governo pelo protelamento da Ampliação e Modernização do Centro de Saúde do Entroncamento e repudiou as manobras dilatórias e as falsidades em que os responsáveis têm embrulhado todo este processo.
"No Entroncamento, os profissionais de saúde trabalham em deficientes condições porque o Governo quer. Os utentes do nosso concelho têm más condições de acolhimento porque o Governo não nos respeita." --- acusa o Bloco.
O BE exige explicações claras sobre este processo e irá requerê-las na Assembleia da República, através do Grupo Parlamentar. Procurará ainda que as autarquias locais se envolvam mais, na luta pela Ampliação e Modernização do Centro de Saúde da cidade.
Já chega de falsas promessas, de justificações esfarrapadas, de meias verdades, de mentiras, de desinformação, de incompetência e de deixa andar. Chega de falta de respeito pela população do Entroncamento.

UMA NOVELA TRISTE QUE JÁ VAI EM 3 ANOS
A necessidade de ampliar e modernizar o Centro de Saúde do Entroncamento é consensual e, por isso, há muito entrou no discurso dos responsáveis políticos, aos mais diversos níveis.
As primeiras promessas já vêm de meados de 2006, ano em que, segundo o governo, as obras começariam. Depois disso, ano após ano, ou porque não havia projecto, ou porque não havia dinheiro, ou porque não havia terreno, ou mesmo sem qualquer justificação, o certo é que os trabalhos nunca começaram --- e já vamos em Fevereiro de 2009.
A obra já tarda demasiado em passar dos discursos à prática. Revelam-se falsas as sucessivas promessas de concretização do projecto, numa novela triste, em que o actual governo assume um papel lamentável.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

GOVERNO REDUZ NÚMERO DE ENFERMEIROS
NO CENTRO DE SAÚDE DO ENTRONCAMENTO
Apesar de deficitário quer em médicos quer em enfermeiros, o governo reduziu ainda mais o número de enfermeiros do Centro de Saúde do Entroncamento. Segundo denuncia o Sindicato dos Enfermeiros (SEP)a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) deu uma orientação que impede a renovação dos contratos a 20% dos enfermeiros contratados, no distrito de Santarém. No nosso distrito são afectados 7 Centros de Saúde, entre os quais o Centro de Saúde do Entroncamento. De facto, ontem, sexta-feira, já foi o último dia de trabalho para um jovem enfermeiro contratado que estava ao serviço do Centro de Saúde do Entroncamento. Mas também o Centro de Saúde de Torres Novas verá reduzida a sua equipa de enfermagem..
Incapazes de resolver o problema da falta de médicos porque --- dizem eles --- não haverá profissionais para contratar, que justificação darão agora para recusar contratar enfermeiros que até há no desemprego?
Porque razão há dinheiro para garantir as fortunas de banqueiros e de toda a casta de parasitas que gravita à volta das administrações bancárias e não há dinheiro para pagar a enfermeiros que assegurem bons cuidados de saúde primários à população? Eis o governo PS ao seu melhor nível!

sexta-feira, novembro 28, 2008

BANCÁRIOS REJEITAM ENTREGA DOS SAMS
A UM GRUPO PRIVADO DE SAÚDE
Os associados do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) rejeitaram, em Assembleia Geral referendária participada por 11.700 bancários, o acordo feito pela direcção do sindicato para a entrega da gestão dos Serviços Médico Sociais (SAMS) ao grupo privado de saúde Hospitais Privados de Portugal (HPP).
Tratou-se de uma grande vitória dos bancários.
Segundo o protocolo de entendimento estabelecido entre a direcção do SBSI e o grupo HPP a finalidade da operação era "o controlo operacional pelos HPP de uma empresa a constituir para a gestão do Hospital e Centro Clínico Ambulatório, em Lisboa, e postos clínicos periféricos de Almada, Amadora, Barreiro, Odivelas e Parede, que integram actualmente a rede de prestação directa de serviços dos SAMS do SBSI".
Na votação participaram 11.700 bancários: 5.137 Sim; 6.365 Não; 190 Brancos; Nulos 70.

quarta-feira, novembro 12, 2008

JOÃO SEMEDO VISITA HOSPITAL DE SANTARÉM
E CRITICA ORÇAMENTO PARA O SNS
Uma delegação do Bloco/Santarém acompanhou o deputado João Semedo na visita e reunião com o Conselho de Administração do Hospital de Santarém, EPE. Nesta reunião, o Bloco de Esquerda teve a oportunidade de tomar conhecimento da capacidade e das dificuldades que o Hospital enfrenta para fazer face ás necessidades de uma população que ronda as 200 mil pessoas, dispersas por uma vasta área do Sul do Distrito.

Leia aqui a nota de imprensa

sexta-feira, outubro 17, 2008

CENTRO DE SAÚDE AINDA SEM SINAL DAS OBRAS PROMETIDAS PARA O 3º TRIMESTRE DESTE ANO
Apesar da promessa da ARS de que "o mais tardar no terceiro trimestre" deste ano "as máquinas avançam no terreno”, vamos a meio de Outubro e não há sinal das obras de ampliação e modernização do Centro de Saúde do Entroncamento.
É, afinal, mais um arranque falhado das obras, depois de já ter estado prometido para o final de 2006, há quase dois anos. Na altura, o adiamento terá ficado a dever-se à necessidade de rever o projecto. Mas, depois, o processo andou "enrolado", até Agosto passado, mais de um ano e meio depois.
A proposta de Orçamento Geral de Estado (OGE) para 2009, agora entregue pelo Governo na Assembleia da República, atribui uma verba de 900 mil euros para as obras do Centro de Saúde do Entroncamento. Trata-se (finalmente) de uma quantia significativa, depois dos insignificantes 50 mil euros atribuídos este ano e que, segundo reconheceu um responsável da ARS, “não é suficiente para a obra entrar em estaleiro”.
Mas desde inscrever uma verba no OGE até gastá-la no Entroncamento ainda vai uma certa distância...

quinta-feira, setembro 11, 2008

3969 CIDADÃOS DO ENTRONCAMENTO EXIGEM
MELHOR SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
Concretamente, o abaixo-assinado promovido pela Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde do Médio Tejo, nos últimos meses subscrito por milhares de pessoas, exige melhores instalações para o Centro de Saúde e a colocação de mais médicos, enfermeiros e outros profissionais.
A Comissão de Utentes convidou os diversos partidos com representação local para a Conferência de Imprensa ocorrida ao final da tarde de quinta-feira, em que foi apresentada a totalidade das assinaturas recolhidas e feita uma apreciação à prestação do Serviço Nacional de Saúde. Carlos Matias, deputado municipal bloquista, esteve presente e vincou o apoio do Bloco de Esquerda à iniciativa da Comissão de Utentes, comprometendo-se, em nome do BE, a defender os objectivos subscritos por quase 4 mil cidadãos do nosso concelho.

terça-feira, agosto 12, 2008

MISERICÓRIDIA PEDIU TERRENO À CÂMARA

IRÁ NASCER UMA UNIDADE DE SAÚDE ONDE ESTAVA A SONORTE
Por unanimidade, a Câmara decidiu ceder à Misericórdia, a título não oneroso, um terreno com a área de 4 mil e quinhentos metros quadrados, situado na rua Amália Rodrigues, para a construção de uma Unidade para Cuidados Continuados de Saúde.
Em boa verdade, trata-se de dar uma outra finalidade ao espaço em que em tempos esteve localizada a Sonorte.
Os cuidados continuados de saúde são porventura a valência mais importante do hospital do Entroncamento que, nesse campo, não tem mãos a medir. É um serviço que é prestado sobretudo à população mais idosa e justifica-se o investimento dos poderes públicos no reforço destes serviços. O Bloco votou a favor.

SURPREENDENTE

SUB-REGIÃO DE SAÚDE DE SANTARÉM IGNORA FALTA DE MÉDICOS NO CONCELHO DO ENTRONCAMENTO
Em declarações à Agência Lusa, Carlos Ferreira, coordenador em exercício da Sub-região de Saúde de Santarém, disse que cinco dos 21 concelhos do distrito de Santarém têm uma cobertura deficiente de médicos de família, referindo explicitamente os concelhos de Chamusca, Rio Maior, Ourém, Almeirim e Benavente.
Curiosamente, omitiu da lista o caso do Entroncamento, em que já estarão sem médico de família quase 6 mil dos 21 mil utentes registados --- embora os números oficiais ainda se fiquem pelos 4 mil.. A ausência de referência à falta de médicos no nosso concelho é estranha, porquanto têm sido inúmeras as reclamações das autarquias locais, de organizações de utentes e até de partidos políticos, como o Bloco de Esquerda..
Segundo Carlos Ferreira , Administração Regional de Saúde estará a tentar minimizar o problema, nomeadamente “recorrendo a empresas para o atendimento complementar”. Pelo que se deduz, o Entroncamento estará fora desse trabalho.

quarta-feira, agosto 06, 2008

VEIO NA ONDA DOS CONCURSOS

JÁ ABRIU O CONCURSO PÚBLICO PARA AS OBRAS DO CENTRO DE SAÚDE

As propostas dos concorrentes à empreitada de ampliação e remodelação do Centro de Saúde terão de ser apresentadas até ao próximo dia 14 de Agosto. A abertura pública das propostas já está agendada para quatro dias depois, a 18 de Agosto. Nos termos do concurso, o preço base da obra ronda um milhão de euros e o prazo de adjudicação é de 560 dias de calendário, a partir da data da adjudicação.
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quarta-feira, julho 30, 2008

CONTRA A DISCRIMINAÇÃO

BLOCO APRESENTA PROJECTO-LEI PARA ACABAR COM DISCRIMINAÇÃO DE DOENTES COM SIDA
Um relatório recente da ONU dá conta de que o número de seropositivos em Portugal aumentou 15% entre 2001 e 2007, sendo agora de 34 mil. Mas as estimativas mais altas admitem que possam ser 63 mil. Entretanto, o Bloco de Esquerda apresentou um projecto de lei para acabar com a discriminação dos infectados com HIV em áreas fundamentais como o trabalho, saúde, seguros e educação. Ler mais...

terça-feira, junho 24, 2008

NO ENTRONCAMENTO

HÁ DIFICULDADES NA ASSISTÊNCIA MÉDICA A DIABÉTICOS
- Reconhece a ARS, em carta ao Secretariado do BE

No Entroncamento, os diabéticos que não têm médico de família, embora sendo considerados parte de um grupo de risco, não têm o acompanhamento considerado adequado. Esta realidade foi confirmada ao Bloco de Esquerda pela Administração Regional de Saúde (ARS), a quem o BE havia pedido esclarecimentos.
Na carta agora recebida, o Dr António Branco, responsável pela ARS, garante existir o acompanhamento médico apropriado a utentes de outros grupos de vulneráveis sem médico de família, como em Saúde Infantil e em Saúde Materna e Planeamento Familiar No entanto, os diabéticos --- outro grupo vulnerável --- apenas dispõem do chamado “atendimento complementar”, como qualquer outro utente sem médico de família.
Revela-se, assim, uma nova consequência da reconhecida fragilidade da cobertura do concelho do Entroncamento, pelos recursos do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Já existirão quase 6 mil utentes sem médico de família, embora os números oficiais continuem a mencionar cerca de 4 mil e quinhentos. Trata-se de um quadro que tende a agravar-se, com a provável aposentação de alguns clínicos, a curto prazo. O carácter vago das declarações da ARS, de que estará a fazer “todos os possíveis” para resolver o problema, apenas justifica um acréscimo de preocupações.
O Bloco de Esquerda continua a exigir a resolução atempada dos estrangulamentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), na nossa cidade. Como se verifica, a dimensão das respectivas consequências só a pouco e pouco vai sendo conhecida.
Exortamos todos os órgãos autárquicos e os munícipes a envolverem-se activamente nesta luta por um SNS geral, universal e gratuito

sexta-feira, maio 09, 2008

MINISTÉRIO DA SAÚDE NÃO RESPONDE À FALTA DE MÉDICOS

Foto: cortesia Nuno Matos
BE QUER SABER O QUE TEM SIDO FEITO
PARA COLMATAR FALTA DE MÉDICOS NO CONCELHO

08 de Maio de 2008, 22:52

Entroncamento, Santarém, 08 Mai (Lusa) - O Bloco de Esquerda do Entroncamento quer saber que diligências desenvolveu o Ministério da Saúde para colmatar a falta de clínicos no centro de saúde local e que cuidados são prestados aos grupos de risco que não têm médico de família.
Em conferência de imprensa, a coordenadora concelhia do BE reagiu, ao princípio da noite de hoje, à resposta que o Ministério da Saúde deu à carta aberta entregue no final de Fevereiro pelo partido.
Na resposta enviada ao BE pelo presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), António Branco, é reconhecida a "notória dificuldade em contratar pessoal médico" para o Centro de Saúde do Entroncamento.
Segundo a carta, cerca de 21 por cento dos 20.756 utentes inscritos naquele Centro de Saúde (4.423 pessoas) não têm médico de família, realçando que os inscritos ultrapassam "largamente" o número de residentes registados no último censo (18.173).
A carta da ARS-LVT reconhece que apenas estão colocados 10 dos 15 médicos previstos no quadro de pessoal, tendo cada um 1.633 utentes, em média.
Segundo afirma, os utentes sem médico de família têm prioridade no Serviço de Atendimento Complementar, que funciona 12 horas diárias, em dois períodos de seis horas assegurados por dois médicos, havendo vigilância específica (oito horas semanais) em saúde infantil e materna.
Contudo, Carlos Matias, da concelhia do BE, assegurou que os utentes sem médico de família desconhecem que têm prioridade no atendimento complementar e questionou de que forma estão a ser acompanhados grupos de risco, como os diabéticos, e os idosos acamados que necessitam de assistência domiciliária.
Carlos Matias afirmou que a resposta da ARS-LVT, de que está a "envidar esforços" para resolver uma situação que reconhece estar a "acarretar prejuízos para os utentes", é "demasiado vaga".
Questionando que diligências em concreto estão a ser desenvolvidas para resolver o problema, Carlos Matias considerou "inaceitável" o "conformismo perante a situação" latente na resposta da ARS.
MLL.
Lusa/fim